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quinta-feira, 2 de maio de 2013

Soneto: Minha Vida Transformara


                Ela ekoabokara a minha vida.
                Havia á mudado completamente.
                Era linda aquela menina,
                A minha menina para todo o sempre.

                Eu seria imutável .
                Aquilo se tornara um tormento.
                Aproveitava a cada momento,
                Sem lembrar que existira pouco tempo.

                Mas o tempo já chegara,
                E o meu amor partira.
                Apenas a saudade ela deixaria.

                Faltaria muitos dias.
                Mas este chegaria,
                E ela de novo eu viria.


Essa ativadade foi produzida de acordo com as orientações dadas pela professora Ilvanita, que pediu para que fizéssemos um soneto baseado em algum capítulo do livro "Ekoaboka", o qual estávamos trabalhando. Para a realização da atividade, foi usado como base de inspiração o capítulo 6 - Ekoaboka. 

domingo, 28 de abril de 2013

Cultura dos Índios




   Antes de assistir ao vídeo tinha uma concepção  diferente á o que os índios realmente são. Em meu ponto de vista, índios eram seres "perigosos", acreditavam em seres místicos e eram completamente fechados quando se tratavam de sua cultura.
   Após ter visto o documentário, podemos perceber que os índios são discriminados. A visão que temos é a que nos é dada quando criança e muitas vezes não aprofundamos o conhecimento sobre os mesmos. O documentário nos mostra como os índios são tratados pelos seres urbanizados e qual o ponto de vista deles à respeito deste assunto. É tratado também sobre sua cultura, caçam e pescam para sua própria alimentação, praticam rituais, acreditam em deuses e amam e respeitam a natureza.


Atividade proposta pela professora Sueli, de História, que passou o vídeo em sala de aula e solicitou uma síntese sobre o mesmo.

sábado, 27 de abril de 2013

Notícia: Imazon acusa 'aumento expressivo' do desmatamento na Amazônia


Detecção em dezembro de 2010 foi 994% maior que um ano antes.
Cobertura de nuvens impossibilitou análise de 70% da região.

O Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon), organização que faz um levantamento paralelo ao oficial da devastação na região amazônica, registrou desmatamento de 175 km² de floresta em dezembro. A estimativa está em relatório do órgão divulgado nesta quarta-feira (23).
De acordo com o instituto, o número representa um “aumento expressivo de 994% em relação a dezembro de 2009, quando o desmatamento somou somente 16 km²”. Já em janeiro de 2011, foram registrados 83 km² de desmatamento, o que representou um aumento de 22% em relação a janeiro de 2010 quando o desmatamento atingiu 68 km².
O instituto destaca que os números podem estar subestimados. Em dezembro de 2010, assim como em em janeiro de 2011, foi possível monitorar somente 30% da Amazônia. Os outros 70% estavam cobertos por nuvens, dificultando a análise, em especial no Amapá, Pará e Acre, que tiveram mais de 80% da área florestal cobertos por nuvens.

Degradação
O Imazon detectou ainda 541 km² de florestas degradadas (parcialmente destruídas) em dezembro e 376 km² em janeiro. Os números também são maiores em relação a um ano antes. O instituto estima que o carbono emitido pelo desmatamento no período de agosto de 2010 a janeiro de 2011 (seis primeiros meses do chamado "calendário de desmatamento") foi de 13,9 milhões de toneladas.
Em dezembro, Rondônia contribuiu com 43% da área total desmatada na Amazônia Legal. Mato Grosso teve 31% e o Amazonas, 16%. Nos outros estados, o desmatamento foi proporcionalmente menor, ficando o Pará com 5%, o Acre com 4% e Tocantins com 1%. O desmatamento detectado no Pará, no entanto, foi menor possivelmente devido à densa cobertura de nuvens.
Em janeiro de 2011, a devastação foi maior em Mato Grosso, com 57%. O estado foi seguido do Pará, com 20%, e Rondônia, com 18%. O restante ocorreu no Amazonas (4%) e Roraima (1%).
Dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que faz o levantamento oficial da destruição da floresta amazônica, já indicavam um aumento da devastação no fim do ano passado, em comparação a 2009. 

A notícia acima tem relação com o capítulo 3 do livro Ekoaboka, estudado em sala de aula.

Notícia retirada do site: g1.globo.com / Do Globo Natureza, São Paulo / acesso em 26 abr. 2013 15:22:20

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Amazônia - Roberto Carlos


   Esta é uma música de Roberto Carlos, chamada Amazônia. Ela nos mostra um pouco sobre qual a visão daqueles que sofrem com os impactos ambientais muitas vezes causados pelo desmatamento e pela caça ilegal.
  Uma das propostas estabelecidas foi encontrar uma musica que se identificasse com algum capítulo do livro. Esta musica foi escolhida pelo meu grupo e relacionada com o capítulo 3 do livro. Tanto a música, como o capítulo escolhido falam sobre o desmatamento na Floresta Amazônica.
   Há um momento no livro em que Alex sai na companhia dos índios e após algumas horas de caminhada encontraram uma madeireira asiática, responsável por desmatar uma grande parte da floresta. Eles contam o que viram a tribo e Alex chegando em casa fala sobre o acontecimento a Babu e seu pai, que dizem que por aquelas bandas, se tornar proprietário daquelas áreas já não era tão difícil e que eles não estavam interessados em cumprir a lei que exige o plantio na derrubada de uma árvore.
  Veja á seguir a letra:


Tanto amor perdido no mundo
Verdadeira selva de enganos  
A visão cruel e deserta  
De um futuro de poucos anos  
Sangue verde derramado  
O solo manchado  
Feridas na Selva  
A lei do machado 
Avalanches de desatinos  
Numa ambição desmedida 
Absurdos contra os destinos 
De tantas fontes de vida 
Quanta falta de juízo  
Tolices fatais  
Quem desmata, mata  
Não sabe o que faz 
Como dormir e sonhar  
Quando a fumaça no ar 
Arde nos olhos de quem pode ver
Terríveis sinais de alerta, desperta pra selva viver 
Amazônia, insônia do mundo
Amazônia, insônia do mundo
Todos os gigantes tombados 
Deram suas folhas ao vento 
Folhas são bilhetes deixados 
Aos homens do nosso tempo 
Quantos anjos queridos  
Guerreiros de fato  
De morte feridos  
Caídos no mato  
Como dormir e sonhar  
Quando a fumaça no ar 
Arde nos olhos de quem pode ver
Terríveis sinais de alerta, desperta pra selva viver  
Amazônia, insônia do mundo...

Letra retirada do site Vagalume.


Resumo do livro Ekoaboka - Jornadas na Amazônia

   A história tem um enredo fantástico, prende a atenção do leitor a cada capítulo que é lido.
   Conta a história de uma família, constituída por Leo, de 47 anos, casado com Marina, de 42, com quem teve um filho Txai, de 5 anos, uma enteada, Chantal,  de 14. Leo também tem outro filho, Alex, de 17 anos. Babu era amigo da família, era o mais paciente, tão paciente, que era considerado o pai substituto e conselheiro.
   Leo e Babu eram biólogos e estavam a procura de uma planta, a Floranoves Obscurus, uma estranha flor  marrom que incorporava a substancia que faltava para concluir a experiência, verde-da-Amazônia, responsável por neutralizar os mosquitos da Malaria e fazer com que estes não se espalhem para outros locais. Viajaram  para Amazônia onde ficariam em um barco-casa, afastado da cidade, onde iriam morar, fazer suas pesquisas, concluir a busca e passar os 3 meses ali.
   Perto dali, ficavam, ou melhor, moram os índios Abakêbira, quer dizer povo adormecido que acordou.
   A família faz várias descobertas, como as que Txai, quando encontrou seu fiel companheiro durante esse 3 meses. Uã Uã, ou apenas Uã, como era chamado, era o mais novo amigo de Txai, era com ele que passava boa parte do tempo, brincando e descobrindo o nome de outros animais.
   Chatal, que de princípio achava tudo aquilo um verdadeiro saco e perda de tempo, queria voltar imediatamente para o seu conforto, conheçeu Catu, índio pelo qual acabou se apaixonando.
   Alex, ficou fascinado pela cultura dos povos indígenas e resolveu ficar mais um tempo, para conhecer e voltar apenas no meio do ano para fazer vestibular de antropologia, assim podendo trabalhar mais com os índios, conhecendo sua cultura, novos rituais e costumes.
   Leo e Babu finalizaram a experiência, e ficaram muito felizes com a conclusão da busca.
   Ekoaboka significa "mudança", o que aconteceu com todos que participaram da viagem. Foram mudados, transformados.
   Uma história fascinante que fala de tudo que se passa no coração da Amazônia, aborda temas como o desmatamento e a vida levada pelos índios, a sua cultura, tradições, rituais, entre outros assuntos.

Resumo do livro "Ekoaboka" trabalhado em sala de aula pela orientação da professora Ilvanita.